Do extrato ao lançamento, nas telas de verdade.
Nada aqui é desenho de apresentação: são capturas do Apurio rodando, no ambiente de demonstração que a gente mantém para isso. Os números são fictícios; a interface é a mesma que o escritório usa.
Extratos entram sem entregar senha bancária ao Apurio.
Seu cliente autoriza a conexão dentro do app do banco dele, por Open Finance regulado. O extrato passa a chegar com hora, texto bruto do banco, saldo depois de cada lançamento e a contraparte já identificada por CPF ou CNPJ, sem depender de adivinhação em cima da descrição.
Conciliação em camadas, com a origem sempre visível.
Primeiro valem as regras do próprio escritório e os dados disponíveis. A IA está desligada e fora da primeira oferta; o que fica abaixo da confiança espera decisão humana. O contador revisa e decide cada exceção.
A nota fiscal encontra o pagamento.
Documentos entram por upload e ficam disponíveis para revisão. Captura SEFAZ/A1, contas a pagar e receber e cálculos fiscais aguardam validação externa; não inferimos esses dados a partir de uma linha bancária.
Fechar o mês é um ato, e ele fica provado.
Antes de fechar, a tela diz o que ainda impede: transação sem decisão, evidência faltando. Quando você fecha, o Apurio congela um retrato do mês e sela esse retrato: é o Lacre Apurio. Reabrir exige justificativa, e a justificativa fica registrada com nome e hora.
O cliente tem onde entregar. Você para de cobrar.
Cada empresa tem o checklist do mês. Um item só deixa de ser pendência quando existe prova daquela competência. OFX e documentos seguem disponíveis; fontes externas só cobrem o item quando a instituição e o produto estiverem homologados.
Viu como funciona. E agora?
A próxima tela que faz sentido é a sua.
Em uma conversa curta, mapeamos sua carteira, o sistema contábil e as fontes bancárias para uma demonstração assistida.